ABDI participa da primeira reunião do Conselho Estratégico do Fundo Catalítico Amazônia e reforça compromisso com bioeconomia

ABDI participa da primeira reunião do Conselho Estratégico do Fundo Catalítico Amazônia e reforça compromisso com bioeconomia

O encontro marcou um novo ciclo de atuação multissetorial, alinhando estratégias para impulsionar investimentos

O Instituto Amazônia+21 promoveu, na última sexta-feira (11), a 1ª Reunião Ordinária do Conselho Estratégico do Fundo Catalítico Amazônia, com a participação da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), membro integrante do Conselho. A diretora de Economia Sustentável e Industrialização, Perpétua Almeida, representou a Agência no evento.

O encontro marcou um novo ciclo de atuação multissetorial, alinhando estratégias para impulsionar investimentos em bioeconomia, agricultura regenerativa e desenvolvimento sustentável na Amazônia e no Nordeste.

Com a presença de conselheiros e parceiros estratégicos, foram definidos os próximos passos para a expansão da Facility de Investimentos, incluindo a estruturação de novos fundos, como o Fundo de Investimento em Participações (FIP) Suframado, o Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FDIC) para agricultura regenerativa e o apoio ao New Par, voltado a pequenos negócios da bioeconomia. Também foram apresentados o orçamento previsto para 2025 e o plano de engajamento com investidores nacionais e internacionais.

Perpétua Almeida destacou a importância da iniciativa para o desenvolvimento de cadeias produtivas sustentáveis.

“A ABDI está comprometida em fortalecer a bioeconomia e a indústria verde na Amazônia, conectando tecnologia, inovação e financiamento. A Facility Investimentos é um modelo efetivo para escalar projetos de impacto e garantir que a região se beneficie de investimentos alinhados com a agenda climática global”, afirmou a diretora.

Durante o encontro, foi anunciada a expansão do modelo Facility de Investimentos para o Nordeste, com o lançamento do Catalítico Caatinga, em parceria com federações industriais de Pernambuco, Paraíba e Ceará.

O presidente do Instituto Amazônia+21, Marcelo Thomé, reforçou o caráter estratégico da iniciativa:

“O que estamos construindo aqui vai além de uma estrutura financeira: é uma estratégia robusta que conecta a Amazônia às decisões globais. A COP30 será uma vitrine, mas nosso compromisso é permanente — com o Brasil, seus biomas e as populações que dependem deles”.